Seguro pode ser “vacina” em meio a pandemia

21/05/2020 / FONTE: CQCS

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A MAG Seguros promoveu, na manhã do dia 21, mais uma edição da MAG Live. A primeira parte do webinar contou com a presença de Luiz Roberto Cunha, professor e diretor do departamento de Ciências Sociais da PUC-Rio e membro do Conselho Consultivo da MAG Seguros; Paulo Delgado, cientista político, Presidente do Núcleo de Sociologia e Política do Conselho de Economia, Sociologia e Política da Fecomercio São Paulo e também membro do Conselho Consultivo da MAG Seguros e Nilton Molina, presidente do Conselho de Administração da MAG Seguros que foi o moderador do painel. O trio participou de um debate intitulado “Entendendo o Brasil atual”.

Luiz Roberto deu início ao debate falando sobre o panorama do Brasil nos últimos anos. “Desde os anos 70, o mundo vinha crescendo através da globalização. Já em 2019 o país vinha na direção certa, em questões importantes. A situação do Brasil em 2019 era positiva, as coisas prometiam que iam começar a ficar boas”.

Paulo, por sua vez, explicou seu ponto de vista sobre como a pandemia do novo coronavírus atingiu o país: “O coronavírus pegou o sistema de saúde do brasil meio desorganizado, e isso aconteceu devido aos problemas políticos e econômicos. Temos o coronavírus e muitos partidos. Agravando isso, temos o judiciário brasileiro que é muito individualista. O Ministério da Saúde que não tem um médico dirigindo, é como se fosse um caminhão dirigido por quem não é motorista”, pontuou.

Mediando o debate, Molina deu seu parecer sobre a pandemia mundial: “ Acompanhei muitas crises no Brasil, já era adulto quando Getúlio Vargas se suicidou, mas é a primeira que eu assisto que está criando uma disrupção comportamental”.

Delgado, na oportunidade também apontou o que, de acordo com sua experiência, precisa ser feito, para que a crise não seja tão devastadora como parece ser. “Nosso desafio é fazer com que essas três crises (sanitária, econômica e política) se desencontram para que elas sejam passageiras. Primeiro precisamos focar na crise sanitária para sair dela mais rápido. Precisamos proteger o emprego das pessoas e o caixa das empresas”.

Cunha também apresentou as possíveis soluções que ele enxerga. “O governo precisa fazer um esforço. Temos um alfabetos de opções para a saída da crise. Vamos ter que aumentar os gastos para saúde pública, para manter os empregos, os cenários são incertos”.

Por fim, Paulo pontuou que, em meio a tudo isso, o seguro se mostra uma boa alternativa. “O seguro, pra mim, é uma vacina e se mostra muito valioso, a crise só terminará bem se aproveitarmos a solidão para olhar a dor dos outros como se fosse nossa, o seguro como uma forma de proteção”.

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    Luciene Silva de Souza

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