Notícias | 12 de julho de 2004 | Fonte: Gazeta Mercantil

Olimpíadas movimentam US$ 1 bilhão em seguros

Os Jogos Olímpicos de Atenas vêm provocando intensa movimentação no mercado de seguros. Os corretores de seguros, seguradoras e resseguradores aguardam uma venda recorde de seguros para os Jogos Olímpicos 2004. O principal temor dos investidores, que vão do Comitê Olímpico Internacional (COI), passando pelos anunciantes de tevê, até os vendedores ambulantes, é com ataques terroristas. Os seguradores estimaram, em junho, venda de coberturas superiores a US$ 1 bilhão até o início das competições, no dia 13 de agosto, para o risco de os jogos serem cancelados; US$ 350 milhões contratados pelas redes de tevê e US$ 1 milhão pelas empresas locais.

Até agora, o seguro mais comentado foi assinado pelo COI, que comprou uma apólice chamada de “no-show”, com prêmios de US$ 170 milhões, que garante os investimentos da Organização em caso de cancelamento do evento. O COI também contratou um programa de seguro de responsabilidade civil contra terceiros de US$ 236 milhões. Uma seguradora local, a Agrotiki Insurance, subscreveu o risco e contratou a corretora local Mar Risk Services para colocar o resseguro no Lloyds of London, mercado de seguros de Londres, que tem liderado as apólices contra terrorismo no mundo.

A apólice, que dá cobertura para danos sofridos pelos atletas ou membros da comitiva que tenham sido causados pela organização do evento, começou a vigorar em meados de março, e as coberturas terminam no final de 2005.

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