Itaú e Bradesco seguem no IRB após fim de restrição

13/01/2020 / FONTE: SindSeg SP

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Em um ano, os papéis do ressegurador se valorizaram em quase 50%

O Estadão registra que o Bradesco e o Itaú Unibanco já teriam sinalizado nos bastidores que não pretendem se desfazer das ações que detêm do ressegurador IRB Brasil Re. O prazo de 180 dias com o qual se comprometeram a manter os papéis, no âmbito da oferta subsequente de ações feita para dar saída à União, no ano passado (o chamado lock-up, no jargão do mercado), termina no dia 22 de janeiro.

O que mantém Bradesco e Itaú no IRB é justamente o desempenho e as perspectivas da companhia. Em um ano, os papéis do ressegurador se valorizaram em quase 50%. Além de entregar resultados melhores, a companhia passou por uma reviravolta em termos de governança corporativa ao se tornar uma corporation, ou seja, com controle pulverizado.

O IRB também está se reinventando em busca de novos mercados para desbravar. Na mira do ressegurador, estão, principalmente, as big techs, por seu potencial.

Procurados, IRB, Bradesco e Itaú não comentaram.

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