Fim das eleições pode destravar transações de fusão e aquisição em seguros

29/10/2018 / FONTE: Estadão

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Transações de fusões e aquisições (M&A, na sigla em inglês) no setor de seguros, que foram colocadas em banho maria em meio à corrida eleitoral no Brasil, devem ser retomadas após segundo turno. Dentre os negócios em andamento, estão a venda do balcão de seguros da Caixa Econômica Federal, carteiras da SulAmérica e ainda conversas no mercado de resseguro, que faz o seguro das seguradoras.

Segunda fase
No caso da Caixa, a transação passou para a segunda fase após o novo acordo entre a seguradora do banco e a sócia francesa CNP Assurances. Além de renegociar a sociedade em capitalização que tem com as locais SulAmérica e Icatu, a companhia está em busca de sócios para uma sociedade com foco em seguro habitacional e consórcio e outra em automóvel, rural, residencial e patrimonial. A CNP quer levar mais.

Será que vai?
A SulAmérica também precisa concluir a venda das carteiras de seguro de vida, previdência privada e capitalização. Enquanto tenta emplacar o negócio, batizado com o codinome de “Creta”, em referência à maior e mais populosa ilha da Grécia, segue olhando ativos no mercado de odontologia. Recentemente, comprou a Prodent. Outro negócio em andamento é a conversa entre as resseguradoras Austral, da gestora Vinci Partners, e a Terra Brasis, do Brasil Plural, que cogitam uma possível fusão de suas operações no País.

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