Direto & Reto com Camillo comenta ações da Susep e do Sincor-SP

27/05/2020 / FONTE: Sincor SP

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Durante a 16ª edição do Direto & Reto com Camillo, o presidente do Sincor-SP, Alexandre Camillo, orientou a categoria sobre o recadastramento da Susep, comentando as últimas ações da autarquia, além de falar sobre o acordo coletivo da categoria, Conec 2020 e outros eventos da entidade. A transmissão aconteceu nesta quarta-feira (27/05), pelo canal da TV Sincor-SP no YouTube.

Camillo fez uma retrospectiva desde que a nova gestão assumiu a Susep, comentando sobre as tentativas de diálogos com a superintendente e as decisões da autarquia que afetam a categoria. “Após a nova gestão da Susep tomar posse, nós não tivemos um momento de apoio, de estabilidade e um ambiente para discutir o desenvolvimento do setor. Vimos apenas ações e palavras de desmerecimento a tudo que o setor em especial os corretores fizeram ao longo de décadas. Ignorar os corretores é apostar na desaceleração do mercado de seguros”, explica.

Sobre o recadastramento, o presidente do Sincor-SP afirma que o prazo é até 31 de julho e orienta a categoria a aguardar novas decisões para realizar o procedimento. “Aconselho esperar. Se até a proximidade com o fim do prazo determinado não tiver nenhuma mudança, façam”.

No entanto, Camillo destacou as falhas do sistema utilizado pela autarquia, ressaltando que o procedimento está rendendo dúvidas e enormes demandas aos Sincors de todos os Estados por parte da categoria. “O sistema é tão falho que permite que qualquer pessoa acesse e saiba os dados de outros profissionais. É possível, por exemplo, ver quem conseguiu realizar o procedimento ou não”, completa.

Comentando a não realização do Conec 2020, devido à pandemia do novo coronavírus, Camillo afirma que a decisão foi bem pensada e baseada na preocupação com a saúde de todos. “Ficamos muito tristes em ter que tomar esta decisão, Mas, somos conscientes do atual momento e não vamos expor ninguém ao risco”.

O presidente do Sincor-SP ainda comentou sobre o acordo coletivo da categoria, anunciado no início do mês. “O acordo começou a ser discutido em dezembro, quando não havia pandemia no Brasil ainda. As discussões ficaram paralisadas em janeiro, já que não concordávamos com alguns aspectos. A partir de março, voltamos a discutir, já cientes dos acontecimentos recentes. Por isso, aplicamos reajuste de 4.48%, que já estava sendo proposto em dezembro e deveria estar sendo aplicado desde janeiro. Conseguimos o reajusta partir de abril, e não de janeiro que anualizado corresponde a 3,36. Foi uma convenção mais enxuta e favorável ao empregador”.

Confira a 16ª edição do Direto & Reto com Camillo

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