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Coberturas além da morte

16/04/2014 / Fonte: Estado de Minas

vidaO seguro de vida, líder entre os produtos para pessoas, avançou 18% no ano passado. Mas a modalidade oferece algumas coberturas que vão além da conhecida proteção por morte e invalidez. Uma delas é o auxílio no tratamento de doenças graves, como AVC, câncer, mal de Alzheimer e infarto, como opção dentro do próprio seguro. O importante é conhecer a diferença entre os produtos, ter em mente que a idade está diretamente relacionada ao preço e pesquisar no mercado o melhor custo/benefício.

A cobertura básica da modalidade é a proteção de morte, válida em caso de morte natural ou acidental do titular, o que é diferente do seguro de acidentes pessoais, “que só indeniza em caso de morte acidental e, por isso, apresenta preços mais em conta”, diz a técnica da Proteste — Associação de Consumidores, Gisele Rodrigues.

Segundo ela, o benefício é uma boa opção para chefes de família que têm filhos em idade escolar. Além da cobertura por morte acidental e natural, Gisele diz que é interessante para o consumidor incluir, quando possível, cobertura de invalidez por acidentes, além das doenças graves especificadas no contrato e doenças funcionais. “São aquelas como cardiopatias, algumas doenças degenerativas, doenças que inibem a locomoção. Casos em que o segurado pode ser impedido de realizar suas atividades por conta própria”, explica.

Outro ponto destacado pela Proteste é a idade do segurado. “Quanto mais cedo o consumidor buscar por esse serviço, menor será o preço da mensalidade”, aponta a técnica da instituição. Segundo ela, pesquisa realizada pela Proteste considerando capital de R$ 40 mil, mostra que, se o seguro for contratado aos 18 anos, o valor da parcela seria de aproximadamente R$ 16. Aos 25 anos, o valor encarece 10%, aos 45, 150%, e aos 65 anos o salto é enorme, 1.200%.

Sérgio Frade, proprietário da Corretora Solutions Gestão de Seguros, diz que quando o usuário cruza determinada idade, acima dos 65 anos por exemplo, o seguro de vida pode não ser interessante. Ele diz que a maioria dos clientes de sua corretora (pessoa física) procura pela modalidade aos 40 anos. “As inclusões como proteção para doença grave são uma espécie de benefício da seguradora, e não oneram tanto a parcela”, afirma. Segundo ele, a modalidade permite a antecipação do capital segurado pelo consumidor.

Pesquisa realizada pela Seguradora Mongeral Aegon aponta que a modalidade proteção para doenças graves apresentou, na empresa, crescimento de 50% nos últimos anos. Outro dado do mesmo levantamento aponta que 70% dos consumidores que optam pela modalidade são mulheres.

Envelhecimento

A Organização Mundial de Saúde (OMS) estima que o crescente envelhecimento da população poderá fazer com que a incidência de doenças como o Alzheimer aumentem mais de 500% até 2050. Estimativa do Ministério da Saúde aponta ainda que o número de novos diagnósticos de câncer pode ultrapassar os 500 mil em 2014. Para Ronaldo Gama, superintendente da Mongeral Aegon em Minas, os dados estatísticos estão abrindo espaço para a inovação no mercado, que já oferece a proteção à saúde dentro do seguro de vida.

Pesquisa realizada pela seguradora Swiss Re apontou que, entre os latino-americanos, a cobertura médica para doenças graves, a viabilidade financeira para os cuidados a longo prazo e uma possível queda inesperada no padrão de vida são as principais questões que os preocupam e motivariam a contratação de um seguro de vida. “A doença grave é um tipo de evento que pode ter um alto custo para a família, pesando no orçamento. O seguro com essa cobertura permite o que chamamos de antecipação de capital”, aponta Gama.

Segundo o executivo, um homem de 30 anos pode pagar R$ 55 mensais por um seguro de vida que ofereça até R$ 50 mil de benefício em caso de morte, invalidez permanente ou diagnóstico de doença grave, R$ 25 mil para o caso de necessidade de transplante e até R$ 200 por dia para cobrir .


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