CNseg está otimista quanto desempenho do mercado em 2019

13/02/2019 / FONTE: CQCS

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A recuperação na economia e as novas propostas defendidas pelo Governo podem favorecer o mercado de seguros em 2019, inclusive com a absorção de novos consumidores. A avaliação é do presidente da CNseg, Márcio Coriolano, para quem a perspectiva de desempenho do setor é positiva.  “A taxa projetada de crescimento do PIB de 2,5%, após uma sequência de fraca evolução da economia, ao lado de medidas liberalizantes (reformas estruturais, a começar a da Previdência, privatizações, concessões, desregulamentação etc.), abre caminho para incorporar amplas camadas da população aos mercados de consumo, da prevenção de riscos e da proteção de patrimônios, rendas, vida e saúde”, afirma Coriolano, na nova edição do estudo “Conjuntura CNseg”.

Na avaliação do presidente da CNseg, esse cenário abre novas possibilidades para um “protagonismo” do mercado de seguros, na sequência das reformas estruturais. Coriolano entende que o setor pode ser ainda mais efetivo na sua missão de “proteger negócios e pessoas”.

Além disso, o mercado terá melhores condições para retroalimentar o crescimento da economia por meio da aplicação de seus ativos garantidores, “que já alcançam R$ 965 bilhões, ou ativos de mais de R$ 1,3 trilhão, quando consideradas as reservas não vinculadas”.

O estudo da CNSeg mostrou que o mercado faturou R$ 245,6 bilhões em 2018. Para Coriolano, é um resultado importante. “Há o que se comemorar no desempenho de um setor segurador maduro”, diz o presidente da CNseg.

Ele aponta como exemplo o segmento de Danos e Responsabilidades, que arrecadou R$ 70,1 bilhões (sem o DPVAT), alta de 8,1%.

Algumas modalidades tiveram, inclusive, crescimento acima de dois dígitos, como foram os casos dos ramos de Transportes (16,1%), Rural (11,4%), Crédito e Garantias (10,6%), Responsabilidade Civil (10,3%) e Patrimonial (10%). “São os novos protagonistas da procura por proteção pela sociedade”, comemora Coriolano.

Nas coberturas de pessoas, as receitas somaram R$ 41,5 bilhões, com crescimento de 9,4%. Neste caso, o destaque foi o Seguro Prestamista, na esteira da alavanca do crédito pessoal e de empresas.

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