Sergio Ricardo

Executivo dos Mercado de Seguros com mais de 20 anos de experiência. Mestre em Sistemas de Gestão – UFF/MSG, MBA em Sistemas de Gestão – GQT – UFF. Engenheiro Mecânico – UGF. Foi superintendente técnico e comercial na SulAmérica Seguros. Foi membro da ANSP – Academia Nacional de Seguros e Previdência e foi Diretor do CVG – Clube Vida em Grupo RJ. Fundador do Grupo Seguros – Linkedin. Associado da ABGP, PRMIA, IARCP. Colunista da Revista Venda Mais e do Portal CQCS. Coordenador de Pós-Graduação e Professor dos programas de Pós-Graduação do IBMEC, UFF, IPETEC UCP, ENS, FGV, FUNCEFET, UVA, CEPERJ, ECEMAR, ESTÁCIO DE SÁ, TREVISAN, IBP, CBV. É, atualmente, coordenador acadêmico de vários cursos de pós-graduação, como o MBA Saúde Suplementar http://www.ipetec.com.br/mba-em-saude-suplementar-ead/, do MBA Gestão de Negócios de Seguros http://www.ipetec.com.br/mba-em-negocios-de-seguros-ead/ e do MBA Governança, Riscos Controles e Compliance na UCP. Sócio-Diretor da Gravitas AP – Consultoria e Treinamento, especializada em gerenciamento de riscos, seguros, saúde suplementar e resseguro. www.gravitas-ap.com([email protected]).

Saber Sabendo - Ensinando e Aprendendo | 13 de outubro de 2020 | Fonte: Sergio Ricardo de M Souza

Consulta Pública - 19/10 - SUSEP - Seguros Compreensivos

A consulta pública está publicada desde 02/10 (data do edital) e tem prazo até 05/11. Tem por objetivo rever e flexibilizar as regras para os seguros compreensivos residenciais, condomínios e empresas, não havendo mais, por exemplo, a publicação pela SUSEP de planos padronizados, o que significa dizer que cada seguradora poderá ter mais criatividade, observando a legislação e regulamentação em vigor.

Todavia, sem os planos padronizados, que servem de base ao mercado, podem ocorrer uma série de conflitos de consumo que devem ser observados com mais atenção.  Cabe ressaltar que isto também significa a necessidade de maior atenção por parte dos corretores de seguros que terão que conhecer em detalhes as condições gerais dos produtos que vier a comercializar, já que os planos padronizados não existirão mais.

Uma das expectativas é que a partir daí as seguradoras possam ser mais arrojadas na concepção de seus produtos, por exemplo, nos seguros residenciais, vindo a oferecer coberturas mais amplas que de fato possam trazer maior tranquilidade aos consumidores. Por exemplo, seguros all-risks para residências.

As consultas públicas devem ser acompanhadas pelo mercado e, sempre que for conveniente, receber sugestões, porque é assim que o mercado muda e cresce.

Com a nova resolução ficarão revogadas uma série de circulares como: nº 321/2006; nº 417/2011; nº 540/2016; nº 560/2017; e nº 565/2017.

Fica a dica.

1 comentário

  1. Hélen Calazans

    23 de outubro de 2020 às 18:32

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