Sergio Ricardo

Executivo dos Mercado de Seguros com mais de 20 anos de experiência. Mestre em Sistemas de Gestão – UFF/MSG, MBA em Sistemas de Gestão – GQT – UFF. Engenheiro Mecânico – UGF. Foi superintendente técnico e comercial na SulAmérica Seguros. Foi membro da ANSP – Academia Nacional de Seguros e Previdência e foi Diretor do CVG – Clube Vida em Grupo RJ. Fundador do Grupo Seguros – Linkedin. Associado da ABGP, PRMIA, IARCP. Colunista da Revista Venda Mais e do Portal CQCS. Coordenador de Pós-Graduação e Professor dos programas de Pós-Graduação do IBMEC, UFF, IPETEC UCP, ENS, FGV, FUNCEFET, UVA, CEPERJ, ECEMAR, ESTÁCIO DE SÁ, TREVISAN, IBP, CBV. É, atualmente, coordenador acadêmico de vários cursos de pós-graduação, como o MBA Saúde Suplementar http://www.ipetec.com.br/mba-em-saude-suplementar-ead/, do MBA Gestão de Negócios de Seguros http://www.ipetec.com.br/mba-em-negocios-de-seguros-ead/ e do MBA Governança, Riscos Controles e Compliance na UCP. Sócio-Diretor da Gravitas AP – Consultoria e Treinamento, especializada em gerenciamento de riscos, seguros, saúde suplementar e resseguro. www.gravitas-ap.com([email protected]).

Saber Sabendo - Ensinando e Aprendendo | 15 de setembro de 2021 | Fonte: Sergio Ricardo

A Jornada do Cliente Corretor de Seguros

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Quero falar aqui do cliente corretor de seguros e de como este cliente sofre no dia a dia para fazer o seu papel e levar negócios para seguradoras e operadoras de saúde suplementar.

Há discursos muito interessantes no mercado sobre orientar as empresas no setor, tendo como pilar o “foco no cliente”, mas a grande maioria ainda não compreendeu que é preciso olhar para o “foco do cliente”.

Tudo o que o corretor de seguros quer é comercializar seguros e planos de saúde se envolvendo com o mínimo de burocracia operacional e, sobretudo, que não haja efeitos colaterais de retrabalho por conta de burocracias nos processos, o que infelizmente ainda existe. Este é o foco do cliente corretor de seguros.

Não se entende mais como as empresas não procuram compreender o que atrapalha a operação e toma tempo desnecessariamente dos corretores de seguros e há muitos exemplos.

O investimento em mapear a trilha ou a jornada percorrida pelo corretor de seguros para fechar negócios, de forma que etapas possam ser simplificadas e otimizadas.

Venho insistindo que ser digital exige pensar para oferecer de fato jornadas digitais, indutivas e que não gerem retrabalho.

De que vale vender um seguro para receber, talvez, R$ 100,00 de comissionamento, gerando várias horas para resolver problemas operacionais que poderiam ter sido evitados?

Sergio Ricardo
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