Por que nem sempre o problema é da TI?

08/06/2015 / FONTE: Sérgio Ricardo


Em qualquer área de negócio, quando se ouve as pessoas em relação aos possíveis entraves ao crescimento, excelência ou mesmo satisfação dos clientes, 9 entre 10 vezes a TI aparece como principal vilã no ranking dos ofensores.

No mundo moderno a comunicação é digital, assim como a grande maioria das transações e, por isso, não há como isentar a TI da sua parcela de culpa, mas invariavelmente há outros culpados, dentre eles os próprios usuários, que por não saberem o que querem, elaboram requisitos muito pobres de conteúdo, sobretudo técnico, para a TI customizar em sistemas e aplicativos.

Não é incomum verificar que muitos sistemas são consertados ou alterados de forma significativa durante o periodo de testes e homologação, por ausência de detalhes para especificação das rotinas e mesmo definições de volume de processamento, nas fases de desenvolvimento.

Os usuários de sistemas de processamento de informações ou transações muitas vezes não entendem sequer como são os seus processos e fluxos. Por isso os pedidos de construção de sistemas acabam sendo simplórios ou sofríveis.

A culpa é ou acaba sendo também da TI, por não ter pessoas dedicadas a interface com os usuários com responsabilidade por entender as demandas e os processos de negócio, com raras exceções.

Planejar para fazer certo, encontrando a melhor opção para os stakeholders deveria ser o objetivo, mas nem sempre é assim, infelizmente.

Áreas competem para se isentarem de culpa, enquanto seguadoras de porte ficam sem conseguir processar as transações (quase todas já passaram por isso, em maior ou menor grau.

Perdemos todos com isso.

Sergio Ricardo de Magalhães Souza

Mestre em Sistemas de Gestão – UFF/MSG, MBA em Sistemas de Gestão – UFF, Mestre em Engenharia Mecânica, COPPE-UFRJ. Engenheiro Mecânico – IME/UGF. Doutorando em Engenharia de Produção na UFF. Membro da ANSP – Academia Nacional de Seguros e Previdência e do CVG – Clube de Vida em Grupo RJ. Fundador do Grupo Seguros – Linkedin. Membro da ABGP – Academia Brasileira de Gestão de Projetos e do PMI Project Management Institute. Fellow at The Professional Risk Managers International Association (PRMIA) International Association of Risk and Compliance Professionals (IARCP). Membro do NFPA National Fire Protection Association. Membro da UBQ – União Brasileira da Qualidade – RJ. Colunista da Revista Venda Mais e do Portal CQCS. Coordenador Acadêmico do MBA em Gerência de Riscos – UFF/ESNS. Coordenador Acadêmico do MBA Executivo em Seguros e Resseguro da ESNS. Coordenador Acadêmico do MBA Gerência de Riscos da ESNS. Coordenador Acadêmico do MBA Gestão de Performance – FUNCEFET, Coordenador do MBA Saúde Suplementar na UCP/IPETEC, Ex-coordenador do MBA Seguros Gestão Estratégica – UVA. Professor dos programas de Pós-Graduação da ESNS, UFF, FGV, IBMEC, FUNCEFET, IPETEC, UVA, CEPERJ, ECEMAR, ESTÁCIO DE SÁ, TREVISAN, IBP – Instituto Brasileiro do Petróleo, CBV – Confederação Brasileira de Voleibol. Executivo do Mercado de Seguros com mais de 20 anos de experiência. Sócio-Diretor da Gravitas AP – Consultoria e Treinamento. e-mail: sricardo@gravitas-ap.com

Notícias relacionadas


1. Você precisa ser cadastrado para enviar o seu comentário. Se ainda não fez o seu cadastro, por favor, clique aqui. Um e-mail será enviado para a sua caixa postal, fornecendo sua senha.

Esqueceu sua senha?

Preencha o campo abaixo com o mesmo endereço de e-mail que você usou para fazer o seu cadastro e enviaremos uma nova senha para a sua caixa postal: