Notícias | 15 de abril de 2015 | Fonte: Monitor Mercantil

Aumento de roubos de automóveis eleva preço de seguros em 8%

O crescimento da quantidade de roubos de veículos nas grandes capitais – de 9,5% no primeiro semestre do ano passado em relação a 2013, apenas em São Paulo – é o principal responsável por uma alta de pelo menos 8% nos preços dos seguros em 2015, segundo Marcello Ursini, presidente da BemMaisSeguro.com.

Atenta ao orçamento restrito dos consumidores neste ano, a empresa de seguros online lança neste dia 15 uma inovação na categoria: o seguro Auto “BemMaisEconômico”, até 50% mais acessível que os tradicionais e que oferece a primeira parcela da renovação gratuitamente. Isso porque a proteção da BemMaisSeguro.com considera apenas o ano e modelo do veículo para estipular o prêmio. “Cada vez mais são levados em conta detalhes da vida do segurado, como bairro onde mora, idade e experiência no volante, o que encarece o produto”, afirma Ursini.

A opção é ainda mais vantajosa para homens jovens e para quem vive em bairros distantes do centro. Conforme levantamento feito pela empresa, um condutor com 20 anos chega a pagar 129% a mais pelo seguro do que um de 40 anos.

A proteção básica da BemMaisSeguro.com cobre roubo e furto e pode ser adquirida pela internet a partir de R$ 69,90 por mês. Há, ainda, a opção de contratar coberturas adicionais, como colisão total e assistência 24 horas.

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Operadoras de planos de saúde investiram mais de R$ 3 bilhões

As operadoras de planos de saúde investiram R$ 3,2 bilhões em ampliação de estruturas e serviços, entre 2013 e setembro de 2014, segundo estimativas da Associação Brasileira de Medicina de Grupo (Abramge), entidade que representa os planos de saúde. A ampliação do número de leitos e da rede de atendimento, incluindo benfeitorias em clínicas e hospitais, tecnologia da informação e equipamentos foram os principais investimentos das operadoras.

Nos últimos 12 meses terminados em setembro de 2014, o investimento das operadoras de planos de saúde foi de cerca de R$1,1 bilhão. Já em 2013, o montante chegou a R$ 2,1 bilhões. Os valores foram apurados pela Abramge a partir de informações das demonstrações contábeis das operadoras de planos de saúde divulgadas pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS).

O investimento em leitos hospitalares alcançou R$ 905 milhões apenas em 2014, resultando na abertura de 2.600 novos leitos privados, um crescimento de 4,3% na oferta dessa infra-estrutura se comparado ao ano anterior. Este investimento soma a expansão realizada não só pelas redes próprias das operadoras, mas também pelos demais hospitais privados independentes. “A expansão dos leitos é necessária para atender a demanda dos clientes dos planos de saúde”, ressalta Antonio Carlos Abbatepaolo, diretor-executivo da Abramge.

Para Abbatepaolo, o valor investido em 2014 foi vultoso diante do fraco desempenho da economia brasileira. “O montante é relevante, principalmente quando considerado o momento econômico, que é de estagnação. Temos que ponderar o baixo crescimento, de apenas 0,1% em 2014, aliada à redução de investimentos – queda de 4%, de 20,5% do PIB para 19,7% e aumento da inflação”. E acrescenta: “Além disso, a redução da taxa de poupança e o aumento das taxas de juros tornam os recursos para investimento mais escassos e caros, fazendo com que muitas empresas decidam postergar ou cancelar investimentos”.

As contratações de planos de saúde também sofreram impacto devido ao atual cenário econômico. O crescimento de beneficiários apresentou o menor índice desde 2003, de 2,5%. Apesar do cenário adverso, os investimentos realizados, tanto por operadoras de planos de saúde quanto prestadores de serviços de saúde, credenciam a geração de empregos pelo setor. Em 2014 o setor de saúde gerou 99.915 novos postos de trabalho, se confirmando como o segundo maior gerador de empregos em todo o país. “Em 2015, os desafios serão ainda maiores, uma vez que o mercado de trabalho começa a emitir sinais de enfraquecimento, com aumento da taxa de desemprego e queda na renda média do trabalhador”, conclui Abbatepaolo.

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